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Deus, confirma a nossa vida!
created Sunday February 01, 13:03 by tecale
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Súplica. De Moisés, homem de Deus.
Senhor, tu foste o nosso refúgio de geração em geração.
Antes que os montes nascessem e a terra e o mundo fossem gerados, desde sempre e para sempre tu és Deus.
Tu reduzes o homem ao pó, dizendo: "Voltem, filhos de Adão!"
Mil anos são aos teus olhos como o dia de ontem, que passou, uma vigília dentro da noite.
Tu os semeias ano por ano, como erva que se renova: de manhã ela germina e brota, de trade a cortam, e ela seca.
Sim, tua ira nos consumiu, e teu furor nos transtornou.
Colocaste nossas, faltas à tua frente, nossos segredos sob a luz da tua face.
Nossos dias passaram sob a tua cólera, e como suspiro nossos anos se acabaram.
Setenta anos é o tempo da nossa vida, oitenta anos, se ela for vigorosa.
E a maior parte deles é fadiga inútil, pois passam depressa, e nós voamos.
Quem conhece a força da tua ira, e quem sentiu o peso do teu furor?
Ensina-nos a contar os nossos anos, para que tenhamos coração sensato!
Volta -te, Javé! Até quando?
Tem compaixão dos teus servos!
Sacia-nos com o teu amor pela manhã, e nossa vida será júbilo e alegria.
Alegra-nos, pelos dias em que nos castigaste, pelos anos em que sofremos desgraças.
Senhor, tu foste o nosso refúgio de geração em geração.
Antes que os montes nascessem e a terra e o mundo fossem gerados, desde sempre e para sempre tu és Deus.
Tu reduzes o homem ao pó, dizendo: "Voltem, filhos de Adão!"
Mil anos são aos teus olhos como o dia de ontem, que passou, uma vigília dentro da noite.
Tu os semeias ano por ano, como erva que se renova: de manhã ela germina e brota, de trade a cortam, e ela seca.
Sim, tua ira nos consumiu, e teu furor nos transtornou.
Colocaste nossas, faltas à tua frente, nossos segredos sob a luz da tua face.
Nossos dias passaram sob a tua cólera, e como suspiro nossos anos se acabaram.
Setenta anos é o tempo da nossa vida, oitenta anos, se ela for vigorosa.
E a maior parte deles é fadiga inútil, pois passam depressa, e nós voamos.
Quem conhece a força da tua ira, e quem sentiu o peso do teu furor?
Ensina-nos a contar os nossos anos, para que tenhamos coração sensato!
Volta -te, Javé! Até quando?
Tem compaixão dos teus servos!
Sacia-nos com o teu amor pela manhã, e nossa vida será júbilo e alegria.
Alegra-nos, pelos dias em que nos castigaste, pelos anos em que sofremos desgraças.
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